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#BOTAABOCANOMUNDO: Day McCarthy se passa por jornalista do “A Tarde é Sua”

Day McCarthy é conhecida por suas polemicas – reprodução da internet

O programa “A tarde é sua” apresentado pela jornalista Sonia Abrão, exibiu nesta segunda-feira (25), um vídeo em que Day McCarthy, se passa por uma repórter do programa, para saber sobre o andamento do processo movido pelos atores Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank, após a moça ter exposto vários comentários racistas sobre a filha do casal, Títi.

Sônia fez um desabafo, e revelou que pretende mover uma ação judicial contra a moça.”Você se passar por funcionário de um emprego que você não tem é falsa identidade sabia? Falar em nome de uma pessoa com a qual você nunca trabalhou na vida também é falsa identidade. Então, ela vai acumular o processo do Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank com um nosso. É motivo pra isso? É motivo sim, a gente está estudando aqui pra ver o que vai fazer com esse tipo de coisa” contou a jornalista.

No vídeo, Day McCarthy, aparece tentando obter informações sobre o processo por telefone.”Boa tarde, tudo bem? Eu sou jornalista da Sonia Abrão e estou ligando pra verificar o andamento do processo da Giovanna Ewbank com a Day McCarthy. Gostaria de saber o andamento, porque o número está arquivado no processo”, disse a socialite.

Day McCarthy mostra que a atendente falou que não poderia dar informações por telefone, mas que pessoalmente talvez ela conseguiria. A socialite respondeu: “Ah, então não tem problema, porque eu sou a Day McCarthy. Só queria saber, porque eu não vou responder esse processo ridículo. Vocês são uns babacas”.

Assista o desabafo da apresentadora:

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#BOTAABOCANOMUNDO: Poder em Foco entrevistou Fernando Haddad neste domingo; assista completo

O ex-ministro da Educação, ex-prefeito de São Paulo e candidato do PT à Presidência da República em 2018, Fernando Haddad,  foi o entrevistado do Poder em Foco deste domingo (24) exibido pelo SBT. O programa é realizado por meio de parceria editorial entre o SBT e o Poder360 e vai ao ar por volta da meia-noite no domingo (sempre depois do Programa Silvio Santos).

Além da transmissão nacional em TV aberta, a atração também pode ser vista simultaneamente, ao vivo e “on demand”, nas plataformas digitais do SBT Online e na íntegra no canal do YouTube do Poder360.

A entrevista que foi ao ar neste domingo foi gravada em 21 de maio de 2020, por videoconferência. Haddad falou sobre o pedido de impeachment levado pelo PT e outras entidades à Câmara dos Deputados, das chances do atual presidente Jair Bolsonaro na eleição de 2022, fez uma analise das politicas de combate ao coronavírus adotadas pelo governo federal e abordou diversos assuntos relevantes para o país.

Assista a entrevista completa:

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#BOTAABOCANOMUNDO: Preta Gil explica tretas que envolve seu nome no caso: Anitta e Léo Dias

A cantora Preta Gil resolveu se pronunciar sobre áudios que comprometem seu nome na treta entre o jornalista Léo Dias e Anitta. Preta, postou um vídeo em seu intagram, na noite deste domingo (24) negando supostos áudios que vazaram na web de Anitta falando sobre um grupo de whatsapp, com Pabllo Vittar, Gominho e Preta Gil, no qual é citado que ela tenha falado mal de Marília Mendonça. Além de falar para Anitta não participar do DVD de Claudia Leitte de forma que Ivete Sangalo não ficasse chateada.

“Juro por Deus que não queria postar esse vídeo mas chega uma hora que cansa a alma!!! Tanta mentira, tanta fofoca!!! Quem é meu amigo, quem me conhece sabe como eu sofro com isso, mas tudo tem limite!!! Fiquem com Deus”, disse Preta na legenda do post.

No vídeo de quase 13 minutos Preta negou ter falado que chamou Marília de gorda “Acho isso realmente uma baixaria e não condiz com minha pessoa, caráter e personalidade ficar desmentindo essa fofoca. Na época os fãs me detonaram. Com minha consciência bem tranquila que estava, que estou, fiquei na minha”, afirmou Preta. lembrando que o boato do tal grupo de WhatsApp já circulou no passado.

“Eu nunca falei mal da Marília em lugar nenhum para nenhuma pessoa do mundo por que eu não tenho motivos para falar mal de uma mulher que eu admiro. Chamar a Marília de gorda, um nunca chamei, em lugar nenhum, dois, chamar alguém de gordo não é ofensa. Eu sou gorda. Pode me chamar de gorda porque eu sou gorda”, desabafou Preta.

Sobre a história do DVD de Claudia Leitte, Preta disse “Essa história é uma mentira, não sei da onde ela inventou”, garantiu. “Eu acho isso tudo realmente muito baixo. Quem é meu amigo, da minha família, sabe da minha índole e do meu caráter e que estou falando é verdade. É triste ver meu nome envolvido em tudo isso. É tão desgastante emocionalmente”, desabafou Preta.

Assista o vídeo que Preta publicou em seu Instagram:

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BOTAABOCANOMUNDO: É treta! Anitta dispara “Não tenho mais medo” após se sentir ameaçada por Léo Dias

Anitta surpreendeu todos neste domingo (24) após gravar uma série de stories para falar da sua briga com o ex-fofocalizando Léo Dias. A poderosa afirmou que sua relação com o jornalista era cercada de medo e que sua equipe e ela foram ameaçadas mas que não iria se intimidar.

“Desde que eu desmenti essa notícia, ele vem ameaçando eu e minha equipe de vazar conversas entre ele eu, de vazar áudios meus com ele pela internet. Botar a internet pra escutar áudios e prints das conversas entre ele e eu quando eu ainda pensava quera possível e eu podia e precisava ser fonte deste jornalista pra não ter minha carreira destruída, cancelada. Eu tinha esse pensamento na minha cabeça, muito medo”

“Eu vivi muitos anos com esse medo e eu achei que se eu não fosse fonte pra ele, não só da minha vida, mas também de qualquer coisa que eu soubesse, ele podia acabar com a minha carreira, que ele pudesse falar de mim que acabasse comigo”, contou a cantora.

Anitta afirmou está mais segura de si e disse “Eu não tenho mais medo. O público sabe quem são as pessoas, não adianta mais a gente mentir. Eu não sou a dona da razão, a senhora perfeita. Eu entendo que todo mundo erra, eu erro pra caramba. Eu to falando porque ele já vem vazando os áudios e prints que ele postou, que ele mandou pra gente ameaçando, não só eu, mas pessoas da minha equipe”, ressaltou.

“Depois dessa ameaça, eu bloqueei ele, então não consigo ver mais coisas da nossa trajetória, até porque eu troco de celular e não fico guardando as coisas, formando um dossiê contra pessoas que eu conheço”.

Anitta em ultima conversa com Léo, deixou claro que não aceitaria ser atacada. “Eu respondi a ele que eu não seria mais alvo de ameaça, de chantagem e coisa do tipo. Não tenho mais medo disso”. Ela também comentou sobre a doença que Léo Dias tem enfrentado há anos. “A gente sabe que produtos alteram agressividades, a maneira de pensar e a forma que a pessoa quer se comunicar, o senso de responsabilidade ou não. E por muitas vezes eu recebi mensagens nervosas, cheguei ajudar ele a escrever um livro sobre mim. Cheguei a ajudar: ‘vai fazer um tratamento’.

“Meu assessor falava ‘para de falar com ele’. Eu parava e ele começava a fazer várias notas horríveis sobre mim na imprensa, um dossiê de pessoas falando coisas horríveis sobre mim, e eu ficava arrasada com aquilo, voltava a falar com ele, por medo, um dossiê de pessoas falando coisas horríveis sobre mim, e eu ficava arrasada com aquilo, voltava a falar com ele, por medo, por não querer continuar com esse caos na minha vida”, declarou.

Anitta afirmou que quer dar um basta em toda essa história. “Quero dar um fim nessas ameaças e nessas chantagens. Quero dizer ao Léo Dias que não importa o nível ou teor ou qualquer coisa que eu tenha dito, falado ou conversado com você – seja por medo, por emoção, por chantagem, por ameaça ou por eu ser alguém que hoje eu não sou. Coisas que pensava e talvez hoje eu nem pense. Tem coisa de quando eu tinha 18, 19 anos. Coisas que talvez eu tenha mudado de ideia. Estou aqui disposta a me desculpar por qualquer coisa que hoje não condiz com meu pensamento, estou aqui preparadíssima. Prefiro lidar com a turbulência de ter áudios, prints ou conversas vazadas por você, Léo Dias, do que viver com constante medo de chantagem, do que pode acontecer com a minha carreira, do que pode ser falado sobre mim”

“Prefiro viver com a consequência dos meus próprios atos do que conviver com o eterno medo de ameaças. Eu não tenho mais medo. Pode fazer qualquer matéria, seja ela verdadeira ou não”, finalizou.

Assista o desabafo da cantora:

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UFRB oferece 400 vagas para curso a distância “Google Sala de Aula para Docentes”

 

Estão abertas de 25 a 27 de maio de 2020 as inscrições para nova turma do curso de extensão a distância “Google Sala de Aula para Docentes”, promovido pelo Programa de Extensão Formação Continuada em Tecnologias Digitais e Programa de Extensão de Acompanhamento e Enfrentamento à Covid-19 da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).

O curso é realizado de forma articulada entre o Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT) e a Superintendência de Educação Aberta e a Distância (SEAD).

Com carga horária de 34 horas o objetivo do curso é que os participantes possam utilizar as ferramentas do aplicativo Google Sala de Aula, considerando os principais pressupostos teóricos da educação a distância digital para a docência online.

Destinado exclusivamente a professores da comunidade interna e externa da UFRB, atuantes na rede pública e privada, o curso é gratuito e ocorrerá no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da UFRB entre os dias 01 a 21 junho 2020.

Como pré-requisitos para as inscrições, os professores deverão comprovar atuação no magistério, possuir disponibilidade de tempo para realizar as atividades a distância no período do curso, além de ter acesso à internet com banda larga e possuir notebook ou computador.

Serão ofertadas 400 vagas e os interessados poderão se inscrever por meio do formulário online https://forms.gle/KsvLhETpnuPvbGYj9.

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Leia a transcrição do vídeo da reunião citada por Moro como prova de intervenção de Bolsonaro na PF

 

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta sexta-feira a divulgação do vídeo da reunião ocorrida em 22 de abril, citada pelo ex-ministro Sergio Moro como prova de interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal. Inquérito investiga as acusações feitas por Moro de que o presidente queria interferir pessoalmente na PF, ligar para diretores e superintendentes e ter acesso a relatórios sigilosos.

O interesse do presidente na superintendência da PF no Rio é um dos pontos principais da investigação. Moro pediu demissão após Bolsonaro exonerar o então diretor-geral da Polícia Federal Maurício Valeixo. E um dos primeiro atos do novo diretor-geral da PF, Rolando de Souza, foi trocar o diretor da PF no Rio.

Bolsonaro nega que, durante a reunião, tenha defendido a troca na direção da PF do Rio para evitar que familiares e aliados fossem prejudicados. Segundo o presidente, quando falou sobre troca em “sua segurança”, ele se referia à segurança pessoal e de sua família no Rio.

Leia a transcrição do vídeo da reunião:

Braga Netto: Posso chamar a atenção do Ramos?

Jair Bolsonaro: (Ininteligível).

Braga Netto: Ô ministro Ramos, por favor, vamos prestar atenção.

Ramos: Sim senhor.

Braga Netto: (Risos). Muito obrigado.

Hamilton Mourão: (Ininteligível).

Braga Netto: O senhor gostou?

Hamilton Mourão: Bota ordem nesse troço aí, dá logo um esporro …

Braga Netto: Senhores, bom dia. É .. . é … essa reunião é por solicitação minha ao Presidente da República, porque … é … nós iríamos apresentar isso à imprensa que não foi apresentado e começaram uma série de especulações sobre esse plano de retomada. Então eu solicitei ao presidente uma reunião com os ministros, porque o plano não vai ter efeito se todos os senhores não nos ajudarem, cada um na sua área, é claro. Tá? Na hora que nós precisarmos das pessoas para a … a coordenação do plano, os minis …. o ministério que não colocar uma pessoa realmente que sej a envolvida e tenha ~ apacidade pra poder .. . é … coordenar e executar …

Braga Netto: … o … esse ministério vai ficar mais fraco, e aí o plano todo f. .. fica meio capenga. Tá? É uma apresentação de dez minutos no máximo, {usar} somente isso. Eu pediria também aos senhores que … é … é .. . não é … a finalidade não é reunião de ministros para nós discutirmos nada. É simplesmente para apresentarmos o plano. Como é que saiu essa ideia? Tá … eu estava conversando com diversos ministros, entre e les Rogério Marinho, o Tarcísio, inclusive o nome do plano eu roubei de um plano do Tarcísio, não é Tarcísio, né? Pedi autorização a ele e roubei. É um Plano Marshall brasileiro, né? E … eu comecei a observar que tinha plano da …. ministério é … de Des … Desenvolvimento Regional, que a Economia tem plano, que a Saúde tem plano, e não estava havendo uma coordenação, um … uma sinergia. Então esse foi o motivo dessa reunião aqui. Eu vou procurar ser bem … bem breve e objetivo. Por favor, passa a primeira.

Braga Netto: Muito bom.

Hamilton Mourão: Passou tudo.

Braga Netto: Passou tudo acabou, acabou, então vamos acabar. Você tá no fim, tá errado cara! Pô. Passa a primeira. Muito bem! Os senhores podem observar o seguinte, é … eu conversei com o presidente. O problema, nó .. . nós távamos invertendo a … a questão duma lógica de raciocínio. Nós temos um problema, né? Nós temos desse problema, temos que ver quais são as consequências negativas desse problema? Todo mundo sabia, sanitárias e econômicas. Ninguém tem dúvida, com reflexo em todos os ministérios. Mas o foco não é em … na solução do problema. O foco, hoje, de uma maneira geral, é quem é o culpado, né? E nós queremos real. .. recolocar, é … é … rem … vamos dizer assim, readequar isso aí para como o governo deve reagir a este problema para achar uma solução para os dois, as duas consequências negativas que ocorrem.

Braga Netto: Próximo.

M?: Próximo.

Braga Netto: Então é um programa, o programa se chama Pró-Brasil, tá? Volto, dou o crédito ao … a … a … o azar do Tarcísio foi ele ter conversado comigo (risos). Eu gostei e roubei.

Jair Bolsonaro: Capitão, pô!

Braga Netto: Não é? Pró-Brasil. É um programa para integrar, aprimorar ações estratégicas, os senhores vão ver que o foco, ele não é de Governo, ele é de Estado. Eu tô tentando fazer uma projeção de dez anos, tá? É … eu tô tentando não, nós vamos ter que fazer isso aí. É … pra retomada do crescimento socioeconômico em resposta aos impactos relacionados ao coronavírus, tá? Pode passar, por favor. As dimensões do programa são essas aí, ó, tá? Ele pega um modelo de governança, ele traz, ele busca melhoria da produtividade, investimentos estruturantes …

Braga Netto: … e ações estratégicas do setor público. Vai! O programa se divide em dois, em duas etapas, ou duas partes. O Pró-Brasil, é …. deixa eu até ver aqui que eu não to conseguindo enxergar ali … ordem, e o Pró-Brasil Progresso, tá? O Pró-Brasil Ordem, que você não imprimiu pra mim e eu agradeço. A não, botou na página errada. Ele pega uma arcabouço normativo, ele trata – essas são as medidas estruturantes dele. Que vai ter que ter um arcabouço normativo, investimentos privados, segurança urídica, produtivi … é, jurídica e produtividade, melhoria no ambiente de negócios, e mitigação dos impactos socioeconômicos. Na parte de investimento ele foca em obras públicas, parcerias do setor privado. É … ele … ele … esse programa também ele tem um foco …

Braga Netto: … na redução das desigualdades regionais, tá? Tem um foco na de … na redução das desigualdades regionais … ô Cid tá com um dedo pe .. . rápido aí! É … e … só wn segundo por favor. Os inves … pode passar por favor Cid. Qual é a abrangência do programa? Os senhores podem observar, que ele tem uma parte de infraestrutura, ele tem ações viabilizadoras e tem ações de apoio na lateral. Como é que é o nome mesmo o …

M?: Facilitadoras.

Braga Netto: Facilitadoras. Então observe. Na infraestrutura, com foco particularmente nessas obras que estão paralisadas. Esses investimentos que nós estamos perdendo que estão paralisados. Ele pega infraestrutura de transporte e logística, desenvolvimento regional e cidades, pega energia e mineração, telecomunicações. Num desenvolvimento produtivo, ele foca na indústria, agronegócios, serviços e turismo.

Braga Netto: É … na parte, na f. .. na … na .. . na … nas laterais os senhores têm a parte de cidadania, capacitação, saúde, defesa, inteligência e segurança. Tem também cadeias digitais, indústria criativa e ciência. E nas viabilizadoras, que são transversais na… em toda parte do programa, nós temos finanças e tributação, legislação e controle, meio ambiente e a parte institucional e internacional. Os … qual é a nossa, nosso, por favor, o nosso time ft-ame que nós estamos pensando aí. A estruturação do programa eu preciso que os senhores, nós vamos fazer uma reunião, como os senhores podem ver, do … é a primeira reunião do grupo de trabalho, tá? Com todos os ministérios, envolvidos. É, na sexta-feira agora, tá? Os senhores vão receber o horário, e aí nós teremos, de maio a julho, a estruturação do programa.

Braga Netto: De agosto a setembro, o detalhamento do projeto. A partir de outubro, implantação em larga escala, tendo um foco prioritário naquelas ações que tenham uma resposta mais imediata. Porque o brasileiro é o seguinte, na hora que nós lançarmos o programa eles vão começar a cobrar resultado, né? Então eu tenho que ter alguma resposta pro público. E a efetividade dos processos e monitoramento, na realidade não tá no final, ele tá a … durante todo o processo, tá? Passa mais um Cid, por favor. A não, não, volta, volta um, aí. É .. . o horizonte do programa, se os senhores observarem, nós estamos pensando num horizonte, né? Até dois mil, de dois mil e vinte … na realidade até dois mil e trinta, tá? Mas uma primeira fase dele, ele é faseado, até o final desse primeiro governo, mas com um planejamento que prossiga nisso aí.

Braga Netto: Esse é o foco do que o trabalho que os grupos vão ter que apresentar. Tá ok? Pode passar a última por favor.

M?: Sem som.

Braga Netto: É sem som mesmo. Certo? Só um … um leiaute pros senhores. Então, é … na sexta-feira, eu solicitaria que os senhores quando enviassem as pess … a … os representantes, esses representantes já viessem com uma noção dos programas ou do que os senhores pretendem dentro dos ministérios de vocês. Uma primeira ideia. E nós vamos partir disso pra elaborar isso aí. O trabalho não será feito aqui, aqui é somente uma coordenação. Cada ministério vai fazer e nós vamos coordenar. Presidente, era só isso.

Jair Bolsonaro: Vamos dar a palavra ao Paulo Guedes, acho que é … com todo respeito aos demais, acho que é o ministro mais importante nessa missão aí.

Paulo Guedes: Eu queria fazer a primeira observação, é o seguinte, não chamem de Plano Marshall porque revela um despreparo enorme.

Braga Netto: Não, não, não, isso aqui foi só aqui e agora. É o Pró-Brasil.

Paulo Guedes: Então quan … quando se falou em Plano Marshall, Pró-Brasil é um nome espetacular. Dez, mil. Plano Marshall é um desastre. Eu… ma … revela despreparo nosso. Plano Marshall, por exemplo, os Estados Unidos odem fazer um Plano Marshall para nos ajudar. A China,[trecho não divulgado], deveria financiar um Plano Marshall para ajudar todo mundo que foi atingido. Então a primeira inadequação, a gente tem que tomar muito cuidado é o seguinte, é o plano Pró-Brasil.

Braga Netto: Positivo. (Ininteligível)

Paulo Guedes: Não se fala Plano Marshall, porque é um desastre. Vai revelar falta de compreensão das coisas. A segunda coisa é o seguinte, é super bem-vinda essa iniciativa, para nos integrarmos todos. Agora, não vamos nos iludir. A retomada do crescimento vem pelos investimentos privados, pelo turismo pela abertura da economia, pelas reformas. Nós já estávamos crescendo.

Paulo Guedes: Voltar uma agenda de trinta anos atrás, que é investimentos públicos financiados pelo governo, isso foi o que a Dilma fez trinta anos. Então tá cheio de

gente pensando nessa eleição agora, e botando coisa na p … na cabeça do … do … de todo mundo aqui dentro, que são governadores querendo fazer a festa, são às vezes ministros querendo aparecer, tem de tudo. E todo mundo vem aqui: “vamos crescer, agora temos que crescer, tem que ter a resposta imediata, porque o governo vai gastar”. O governo quebrou! O governo quebrou! Em todos os níveis. Prefeitura, governador e governo federal. Que que nós conseguimos fazer? Nós sinalizamos o contrário. Nós desalavancamos banco público, reduzimos endividamento, baixamos juros e o Brasil ia começar a voar. Então se agente lançar agora um plano, é … todo o discurso é conhecido: “acabar com as desigualdades regionais”, Marinho, claro, tá lá, são as digitais dele. É bi … é bonito isso, mas isso é o que o Lula, o que a Dilma tão fazendo há trinta anos. Se a gente quiser acabar igual a Dilma, a gente segue esse caminho.

Paulo Guedes: Então, eu acho um discurso bom, mas nós temos que tomar cuidado e reequilibrar as coisas. Não pode ministro pra querer ter um papel preponderante esse

ano destruir a candidatura do presidente, que vai ser reeleito se nós seguirmos o plano das reformas estruturantes originais. Então eu tenho que dar esse recado, nós vamos estar à disposição, nós vamos ajudar tudo, mas nós não podemos nos iludir. O caminho desenvolvimentista foi seguido, o Brasil quebrou por isso, o Brasil estagnou. A economia foi conompi … a política foi corrompida, a economia estagnou através do excesso de gastos públicos. Então achar agora que você pode se levantar pelo suspensório, como é que um governo quebrado vai investir, vai fazer grandes investimentos públicos? Tarcísio sabe disso, conversamos sempre. Tarcísio sabe …

Paulo Guedes: … o seguinte. Quanto é cê consegue, Tarcísio? Passar de cinco bipara quanto? Pra quinze, pra vinte, pra trinta? Multiplicou por seis. Quanto é que você consegue de … de investimento em concessões?

Tarcísio: Duzentos e cinquenta.

Paulo Guedes: Duzentos e cinquenta. Tá certo? Então ó, tem cem bilhões vindo pra saneamento. Tinha cem bilhões que viriam, as dezessete maiores é … é … é … petroleiras do mundo viriam pra a nossa cessão onerosa, cem bilhões de cessão onerosa, cem bilhões de mineração, cem bilhões de saneamento, duzentos trinta bilhões de concessões. Quinhentos bilhões! Cadê o dinheiro do governo pra fazer isso? Num tem. Então quem tá sonhando, é sonhador. A gente aceita, politicamente a gente aceita. Vamos fazer todo o discurso da desigualdade, vamos gastar mais, precisamos eleger o presidente. Mas o presidente tem que pensar daqui a três anos. Não é daqui a um ano não. Tem muita gente pensando na eleição desse ano. É só a observação que eu faria.

Jair Bolsonaro: Eu tô fora de eleições municipais.

Braga Netto: É… a… a. .. só um minutinho. A ideia aqui, ninguém falou em investimento público por enquanto. Inclusive nós falamos ali em investimento, opa.

Braga Netto: E … falamos inclusive em investimentos privado. O que tem que acontecer é o seguinte, eu tô vendo plano de tanto de gente, nós temos que sentar e aí. ..

Paulo Guedes: Isso. Não, fundamental essa coordenação.

Braga Netto: A im … a imprensa …

Paulo Guedes: Fundamental, fundamental.

Braga Netto: A .. . a … a Economia vai dar exatamente o que que pode, o que que não pode …

Paulo Guedes: Fundamental a coordenação.

Braga Netto: Aí nós vamos entrar .. .

Paulo Guedes: Até pra não sair na imprensa …

Braga Netto: .. . pra gente apresentar.

Paulo Guedes: … o que está saindo. Porque saiu na imprensa assim: “Plano Marshall, e Economia tá fora”. Quer dizer alguém …

Braga Netto: Só um minutinho, o Onyx pediu a palavra (se referindo a um terceiro)

Paulo Guedes: … alguém, foi para a imprensa e falou “Ó, vem um Plano Marshall aí e a economia tá fora”, que dizer … é … e … e .. . enfraquecer o nosso, o nosso discurso um momento desse é uma tolice, é um atentado contra nós mesmos.

Braga Netto: Entra transversal a isso …

Jair Bolsonaro: Pera um pouquinho, dá licença um pouquinho. A questão da imprensa. Eu acho que eu resumi hoje na frente do palácio em vinte segundos: “Eu não vou falar com vocês, porque vocês não deturpam, vocês inventam, e potencializam.”. Tem que ser o papel de cada um, não pode um sair daqui no cantinho “A, foi mais ou menos isso”, não pode falar nada. Tem que ignorar esses caras, cem por cento. Senão a gente não, não vai para frente.

Jair Bolsonaro: A gente tá sendo pautado por esses pulhas, pô. O tempo todo jogando um contra o outro. Até a Teresa Cristina contra mim (ininteligível). Mas para jogar a Teresa Cristina … jogam ela contra mim. O tempo todo, tá? Então se a gente puder falar zero com a imprensa é a saída.

Braga Netto: Ô Onyx, depois o …

Onyx Lorenzoni: Bom. Eu vou ser muito rápido aqui general. Primeiro, parabéns. É fundamental esse processo, de coordenação e de centro de governo. Nós precisamos ter isso cada vez mais aprofundado e … e com melhor qualidade. Segundo, eu quero, é … não precisa mas eu quero me somar a essa, é … visão do ministro Paulo Guedes,

porque, vamo lá, nós em … re … recebemos o governo com trinta e seis mil obras paradas. Oriundas da onde? Do PAC! Só pra lembrar!

Onyx Lorenzoni: O .. . o Abraão tem não sei quantas mil é … é … é . .. creches. Três

mil creches paradas que somam nessas trinta e seis. Então, o que é que nós trouxemos pro Brasil, e como é que nós começamos o ano? E eu vou lembrar, presidente, o senhor sempre disse: “É muito triste ver um brasileiro chegar no exterior e ser recebido com o manto da desconfiança” . Pois nós passamos, Paulo Guedes, o ano todo, Tarcísio, Teresa, Bento, é … é … é … o nosso ministro Marcos Pontes e outros, andando pelo mundo e fazendo o que? Vendendo o Brasil. Terminamos o ano. Quatroce … lembro do número, quatrocentos e oitenta e dois bilhões de investimentos para os próximos vinte anos. Uma boa parte mineração, petróleo e por ai vai. É … ecebemos noventa bilhões de bônus de outorga. Nós temos dez bilhões de dólares do governo da Arábia Saudita que precisa definir onde é que vai botar.

Onyx Lorenzoni: Mas o príncipe autorizou. São cinquenta bilhões de reais, a di … a dinhe iro de hoje. Então, eu tenho convicção de que nós temos que continuar fazendo o que a gente vinha fazendo. Ou seja, aprofundando a participação da sociedade. Nós temos uma coisa emblemática aqui que é a lei da liberdade econômica, que pela primeira vez na história do Brasil, desde que o Brasil é Brasil o cida … dian … diante do Estado tem razão, até que o Estado prove ao contrário. Foi isso que fez os americanos, que há duzentos anos atrás eram muito mais pobres do que nós, ser muito mais ricos do que nós. Então, o aprofundamento são sim das reformas, é sim ousar e ter urna reforma tributária que baixe imposto no Brasil. Reduz a carga tributária, eu tô falando sério. A gente nunca discutiu isso entre nós. Mas isso tem que caminhar para ISSO.

Onyx Lorenzoni: Por quê? Porque aí nós damos fôlego a iniciativa privada para que ela faça o que tem que fazer, e nós vamos ser mediadores desse processo. Apenas. E …e sinceramente, eu acho que todo nosso esforço nos próximos dias, tem que ser como é que nós mantemos a nossa linha, porque nós terminamos o ano ministro Ernesto, ministro Tarcísio. O senhor foi recebido na associaç … na federação das indústrias alemãs com um slide que mostrava a um, meia, três com os caminhões atolados, e a um, meia, três pavimentada. E o presidente que coordenava aquele momento, eu estava lá füe aguardando, voltando da Rússia, disse ao senhor “nós … o que que vocês brasileiros fizeram, que nós não acreditávamos, que vocês recuperaram a confiança e estão fazendo tantas transformações” . Então presidente, só pra concluir, é … cem por cento nesta linha, mas que a gente não perca o foco original, porque por onde a gente tava caminhando nós recuperamos a confiança externa e externa.

Onyx Lorenzoni: Fomos acometidos de algo muito grave, que é uma doença, e que foi levado ao paroxismo da histeria porque serve a interesses de muitos, os mais variados, eu não vou aqui detalhar. Mas sinceramente, temos que rapidamente voltar ao que nós estávamos fazendo, porque nós tavam no caminho certo e a prova disso é que todo mundo voltou a olhar o Brasil com respeito.

Braga Netto: Rogério.

Rogério Marinho: Bom, eu vou partir do princípio que todos que estão aqui são bemintencionados e querem o bem do Brasil. Tá? Então eu não a … não acredito em teoria da conspiração nem que ninguém quer solapar os alicerces da República nem abalar a administração do presidente Bolsonaro, pelo contrário. E quero lembrar a todos que não existem verdades absolutas. Por favor, por favor, vamos refletir. O que tá acontecendo hoj e no mundo não tem parâmetro nos últimos cem anos.

Rogério Marinho: O que tá acontecendo hoje no mundo, vai permitir de acordo com o FMI, que foi a previsão de uma semana atrás, de uma diminuição de quase três por cento do PIB mundial, e no caso do Brasil de mais de cinco por cento. Não tem paralelo. Em situações extraordinárias, remédios extraordinários de forn1a circunstancial. Isso não significa que nós tenhamos a necessidade de implantarmosuma política permanente. O … o ministro Braga Neto tá, na sua apresentação, ele estabelece inclusive o limite temporal e deixa claro que é uma política de Estado. O que eu peço é que nós tenhamos aqui as mentes abertas. E que os dogmas, quaisquer que sejam eles presidente, sejam colocados de lado nesse momento.

Rogério Marinho: Porque os governos do mundo certamente tem a capacidade de entender o que tá se passando. E eu tenho visto governos extremamente liberais preparando programas de reconstrução, levando em consideração a necessidade de que o Estado nacional passa a ter um papel diferente como tomador de risco nesse momento em que há uma queda abrupta da liquidez. O ministro Onyx fala com muita propriedade da Arábia Saudita, dos dez bilhões de dólares. É bom lembrar, tá aqui o ministro Bento, que tá se pagando para se retirar petróleo do mundo. Os países vão utilizar as suas respecti vas liquidez para resolver os seus problemas de infraestrutura e de retomada das suas economias. Nós temos que ter segurança jurídica, senhor presidente. Respeito a contrato, senhor presidente. Capacidade de alavancar recursos privados com a inversão de recursos públicos sim!

Rogério Marinho: É bom lembrar, que eu tenho ouvido fa lar, não sei se é verdade, depois a gente vai com … com … vai colocar na ponta do lápis, que a gente pode

chegar a seiscentos bilhões de reais esse ano de aj uda a empresas e a pessoas físicas. Recursos do governo federal. Fruto de endividamento do governo. Desse governo, que vai terminar o ano com déficits quatro, cinco, seis vezes maior do que estava precificado no início do ano. Caiu um meteoro sobre as nossas cabeças. Então, por

favor, nós não podemos começar uma discussão com verdades absolutas e com dogmas estabelecidos ao longo de cem anos, em função de uma catástrofe que se abateu sobre o mundo, e os governos de todo o mundo estão se debruçando sobre o assunto, entendendo que muda o papel do Estado. Senhor presidente, é bom lembrar que quando houve a unificação da Alemanha, eu acho que esse é um fato histórico irrefutável, o Estado alemão entendeu e fez um pacto de que de .. . haveria necessidade de investir em capital humano e infraestrutura na Alemanha Oriental para diminuir desigualdades regionais.

Rogério Marinho: E esse é um pacto do Brasil. Essa pode ser uma catástrofe, que vai nos afundar, ou pode ser uma onda pra gente surfar, uma alavanca para recuperar o país. Todos os países do mundo estão submetidos ao mesmo processo. Vai depender, da nossa capacidade de termos uma opção clara de que forma vamos sair desse problema. Se vamos gastar seiscentos bilhões de reais para resolver uma situação que é emergencial e todos reconhecemos que é necessária e darmos segurança à população, no caso alimentar, para evitarmos o caos, para diminuirmos a mortandade das empresas, muito bem. Tá co1Teto, essa é a boa direção.

Rogério Marinho: Porque não cinco, seis, sete por cento desse, desse total, dez por cento desse total, em obras de infraestrutura? Porque não termos a capacidade de alavancarmos emprego num momento em que a retomada, todos os economistas aqui reconhecem, vai ser muito lenta. Bom, eu só tô falando isso presidente, para que nós possamos ter essa discussão sem dogmas. Sem verdades absolutas. Sem a preocupação de que as coisas continuam como eram antes. Não são como eram antes. Aqui e no mundo inteiro. Era isso, senhor Presidente.

Braga Netto: Ricardo

Ricardo Salles: Presidente, eu tava assistindo atentamente a apresentação do colega, ministro Braga Neto, e … na parte final ali na, no slide da, das questões transversais tá o Meio Ambiente, mas eu acho que o que eu vou dizer aqui sobre o meio ambiente se aplica a diversas outras matérias. Nós temos a possibilidade nesse momento que a atenção da imprensa tá voltada exclusiva … quase que exclusivamente pro COVID, e daqui a pouco para a Amazônia, o General Mourão tem feito aí os trabalhos preparatórios para que a gente possa entrar nesse assunto da Amazônia um pouco mais calçado, mas não é isso que eu quero falar. A oportunidade que nós temos, que a imprensa não tá … tá nos dando um pouco de alívio nos outros temas, é passar as reformas infralegais de desregulamentação, simplificação, todas as refonnas que o mundo inteiro nessas viagens que se referiu o Onyx certamente cobrou dele, cobrou do Paulo …

Ricardo Salles: … cobrou da Teresa, cobrou do Tarcísio, cobrou de todo mundo, da … da segurança jurídica, da previsibilidade, da simplificação, essa … grande parte dessa matéria ela se dá em portarias e norma dos ministérios que aqui estão, inclusive o de Meio Ambiente. E que são muito dificcis, c nesse aspecto eu acho que o Meio Ambiente é o mais difícil, de passar qualquer mudança infralegal em termos de infraestru … e … é … instrução normativa e portaria, porque tudo que agente faz é pau no judiciário, no dia seguinte. Então pra isso precisa ter um esforço nosso aqui enquanto estamos nesse momento de tranquilidade no aspecto de cobertura de

imprensa, porque só fala de COVID e ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas. De IPHAN, de ministério da Agricultura, de ministério de Meio Ambiente, de ministério disso, de ministério daquilo. Agora é hora de unir esforços pra dar de baciada a simplificação regulam … é de regulatório que nós precisamo, em todos os aspectos.

Ricardo Salles: E deixar a AGU – o André não tá aí né? E deixar a AGU de stand by pra cada pau que tiver, porque vai ter, essa semana mesmo nós assinamos uma medida a pedido do ministério da Agricultura, que foi a simplificação da lei da mata atlântica, pra usar o código florestal. Hoje já tá nos jornais dizendo que vão entrar com medi … com ações judiciais e ação civil pública no Brasil inteiro contra a medida. Então pra isso nós temos que tá com a artilharia da AGU preparada pra cada linha que a gente avança ter uma coi … mas tem uma lista enorme, em todos os ministérios que têm papel regulatório aqui, pra simplificar. Não precisamos de congresso. Porque coisa que precisa de congresso também, nesse, nesse fuzuê que está aí, nós não vamos conseguir apo … apos . .. é … aprovar. Agora tem um monte de coisa que é só, parecer, caneta, parecer, caneta. Sem parecer também não tem caneta, porque dar uma canetada sem parecer é cana. Então, o … o … o … isso aí vale muito a pena. A gente tem um espaço enorme pra fazer.

Ricardo Saltes: É … e … enfim, eu acho que essa .. . essa é uma questão importante que tava aí nos slides, Braga Netto, que ….

Braga Netto: Você vê que a jurídica também tá embaixo .. .

Ricardo Saltes: Isso, é … exatamente.

Braga Netto: … de tudo. Só que … só os senhores entenderem o seguinte, isso aqui é coordenação dos planos que eu sei que todos est. .. estão fazendo, tá? A coordenação. O que vai ser possível executar ou não, vão entrar naquelas, nas .. . nas … nas … vamos dizer, nas .. . nas limitações que nós temos, e o que tiver conflito será levado à decisão do presidente. Agora nós temos que andar com isso rápido porque a queda do desemprego, a .. . a … o país tá sem esperança, nós temos que fazer isso andar. A … a … a … o pessoal da in … da … da iniciativa privada está nos procurando, a gente tem que dar um rumo nisso aí. Tá bom? A ideia é essa. (Ininteligível)

Jair Bolsonaro: É … me ligou agora de manhã, o … Eduardo Gouveia Vieira da Firjan.

Jair Bolsonaro: Ele quer fazer uma videoconferência onde mais de trezentos empresários do Rio, que é um pouquinho abaixo do potencial de São Paulo, pra hipotecar solidariedade a uma … a … a ideia que nós temos de reabrir o comércio. A desgraça que vem pela frente, eu acho que o Paulo Guedes tá sendo até legal, hein Paulo Guedes? Eu não sou economista não. Vai ser uma porrada muito maior do que você possa imaginar. Não são apenas os informais. Eu acho que já bateu a dez milhões de carteira assinada, foi pro saco. E os governos estaduais não tem como pagar salário pros ca … não tem. Maio, metade dos estados não te .. . não vai ter como pagar salário mais. A desgraça tá aí. Eles vão querer empurrar essa … essa … essa trozoba pra cima da gente, esse pessoal aqui do lado vai querer empurrar, e a gente vai reagir porque aqui não é saco sem fundo. Tá? Então essa preocupação vamos ter. Paralelamente a isso tem aí OAB da vida, enchendo o saco do Supremo, pra abrir o processo de impeachment porque eu não apresentei meu … meu exame de … de … de … de vírus, essas frescurada toda, que todo mundo tem que tá ligado.

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Mutirão do Estado viabiliza a concessão de mais de mil aposentadorias em um mês

Nos últimos 30 dias, o governo baiano concedeu aposentadoria a 1.115 servidores estaduais oriundos das Secretarias de Educação (SEC), Saúde (Sesab) e Polícia Civil. O número – que é mais de três vezes superior à média mensal de aposentadorias destes órgãos no primeiro trimestre deste ano – resulta de um mutirão deflagrado pela Secretaria de Administração do Estado (Saeb), por meio da Superintendência de Previdência (Suprev), e em parceria com os três órgãos. O objetivo: dar agilidade ao trâmite dos processos de aposentadoria, viabilizando, preferencialmente, o afastamento dos servidores que integram o grupo de risco para a COVID-19 por conta da idade acima de 60 anos.

“O mutirão visa, entre outras coisas, valorizar o servidor público, propiciando o cuidado necessário à garantia dos seus direitos no final da vida funcional”, esclarece a diretora de Administração dos Benefícios Previdenciários (Diben), Joana Costa Pinheiro.

Convocação – Ainda de acordo com Joana, um fator decisivo para a viabilização do mutirão neste momento foi a medida – publicada no decreto nº 19.549, do último 18 de março – que autoriza, durante a situação de emergência, a convocação pelo Estado de profissionais contratados sob o Regime Especial de Direito Administrativo – REDA para dar apoio a demandas que não possam ser supridas pelas equipes dos órgãos.

“A força-tarefa reúne mais de 70 pessoas, incluindo profissionais da Suprev que estão atuando em diligência nos órgãos, para acompanhar diretamente a instrução dos processos, o que ajuda muito a reduzir o tempo de tramitação”, avalia a diretora.

Órgãos – Na Sesab, antes do início da força tarefa, em 22 de abril, a média era de 106 inativações por mês. No primeiro mês da iniciativa, o número chegou a 488, o que significa um acréscimo de mais de 400%.  “Em meio à situação de emergência em saúde pública que estamos atravessando, o mutirão é mais uma das medidas que adotamos no intuito de atingir a meta de zerar nosso passivo de processos”, afirma a superintendente de Recursos Humanos da Saúde, Janaína Peralta.

O cenário é semelhante ao da Secretaria de Educação, que teve 585 aposentadorias concedidas no último mês, contra uma média mensal de 142 publicações no primeiro trimestre. ”O mutirão está servindo para mitigar nossas pendências, além de dar condições para um planejamento e atendimento de demandas futuras com maior celeridade”, opina a superintendente de Recursos Humanos da Educação, Maria do Rosário Costa Muricy.

A expectativa da superintendente é de que em um curto prazo as solicitações dos servidores possam ser atendidas em tempo real. ”Estamos até solicitando uma solução de TI que nos permita gerar as certidões necessárias ao ato aposentador”, acrescenta Rosário.

Última a ingressar no mutirão, há apenas 15 dias, a Polícia Civil conseguiu viabilizar por enquanto a aposentadoria de 42 servidores do seu quadro. “Ainda estamos em fase de ajustes, mas nossa expectativa é de que, já a partir das próximas semanas, nós consigamos dar um impulso maior ao andamento dos processos”, informa a delegada de Polícia e coordenadora de Recursos Humanos da Polícia Civil da Bahia, Joelma Jezler Palmeira.

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Uesb FM chega à cidade de Jequié

Reprodução – Uesb

Com a proposta de dar continuidade ao projeto educativo, difundindo conhecimento e valorizando a cultura, a Uesb FM chega à cidade de Jequié. Funcionando com a frequência 106,1, a emissora cobrirá agora a região que estende o Norte de Minas Gerais até as cidades dos territórios de identidade do Médio Rio de Contas e do Vale do Jequiriçá.

A autorização, concedida em caráter experimental, foi realizada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e publicada em Diário Oficial da última quarta, 20. A instalação da emissora estava com trâmites em curso desde 2015, pelo Ministério de Estado das Comunicações, naquele momento, e foi retomado em 2019.

De acordo com o assessor de comunicação da Universidade, professor Rubens Sampaio, agora, a Uesb FM aguarda a liberação definitiva no município. “Essa liberação deve ocorrer em, no máximo 30 dias, prazo estipulado pela Anatel para a fase de testes, o que não impede essa interação com o público”, comentou.

O vice-reitor da Uesb, professor Marcos Henrique Fernandes, destacou a importância de uma rádio transmitindo informação de qualidade para a comunidade, principalmente, no combate às fake news. “Acreditamos que será um marco na comunicação da Universidade e da região de Jequié que, com certeza, levaremos muita informação. Essa é uma característica importante da Uesb FM”, avaliou.

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#BOTAABOCANOMUNDO: Anitta faz a primeira live em formato de show neste sábado

Anitta- Reprodução da internet

A tão esperada live da cantora Anitta, acontece neste próximo sábado (23). Os fãs já estão eufóricos para curtirem o showzaço da poderosa, que vai começar a partir das 20h, com uma transmissão ao vivo em formato de show. O intuito da estrela é arrecadar doações para a Central Única das Favelas (Cufa).

O evento será transmitido pelo canal da Skol beats no youtube: http://youtube.com/skolbeats. A Skol Beats se uniu com marcas de bebidas de 12 países da América Latina para criar o Festival Latinos Unidos e promete um espetáculo com o show da cantora, que além de levar diversão ajudará as pessoas que tanto precisam neste período difícil.

“A ideia é fazer um show incrível, com toda energia de quem vai num show de verdade, incentivando as pessoas que puderem, a ficarem em casa e a doar para nossos amigos da Cufa”, afirma Anitta.

Em uma live feita no seu instagram ela criou expectativas e disse: “Vai ser surreal, tá? Aguardem! Eu estou ensaiando aqui igual uma louca, vai ser um negócio sincado, não sei o que… O Gui só vai apresentar pra eu ter tempo de respirar”

Já estamos aqui ansiosos… PRE-PA-RA!

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Auxílio Emergencial: Caixa credita nesta sexta benefício a mais 7,9 milhões de trabalhadores

A Caixa Econômica Federal (CEF) credita nesta sexta-feira (22) novos lotes do Auxílio Emergencial, tanto da primeira parcela, para novos aprovados, quanto da segunda, para quem recebeu a anterior até 30 de abril. Ao todo, o benefício será pago a 7,9 milhões de trabalhadores, segundo o banco.

Veja quem recebe nesta sexta:

  1. Segunda parcela: 5,3 milhões trabalhadores inscritos no Cadastro Único ou que se cadastraram através do aplicativo e do site, e que receberam a primeira parcela até 30 de abril, nascidos em maio e junho
  2. Segunda parcela: 1,9 milhão de trabalhadores beneficiários do Bolsa Família, cujo NIS termina em 5
  3. Primeira parcela: 0,7 milhão de trabalhadores do novo lote de aprovados do benefício, nascidos em abril

Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br.

Depósito em poupança digital e restrição para saque e transferências

Para os beneficiários que vão receber a segunda segunda parcela e não fazem parte do Bolsa Família, os pagamentos trazem mais restrições: todos vão receber por meio de conta poupança digital da Caixa – mesmo quem recebeu a primeira parcela em outra conta.

Além disso, a poupança digital não vai permitir transferências inicialmente – apenas pagamento de contas, de boletos e compras por meio do cartão de débito virtual. Transferências para outras contas e saques só serão liberados a partir de 30 de maio (veja o calendário ao final da reportagem).

Primeira parcela para novos aprovados

A primeira parcela para esse novo grupo será creditada na conta escolhida pelo beneficiário, da forma como receberam os primeiros beneficiários: nas contas da Caixa, na Poupança Social Digital ou em contas de outros bancos. Esses beneficiários também poderão fazer o saque em espécie do auxílio na data da liberação.

Veja como ficou o calendário de pagamento da 1ª parcela para novos aprovados:

  • 19 de maio (terça): nascidos em janeiro
  • 20 de maio (quarta): nascidos em fevereiro
  • 21 de maio (quinta): nascidos em março
  • 22 de maio (sexta): nascidos em abril
  • 23 de maio (sábado): nascidos em maio, junho ou julho
  • 25 de maio (segunda): nascidos em agosto
  • 26 de maio (terça): nascidos em setembro
  • 27 de maio (quarta): nascidos em outubro
  • 28 de maio (quinta): nascidos em novembro
  • 29 de maio (sexta): nascidos em dezembro

Calendário da 2ª parcela

O calendário do pagamento da 2ª parcela do Auxílio Emergencial começou na segunda-feira (18) e seguirá até 13 de junho. O calendário da terceira parcela, que estava prevista para maio, continua sem definição.

O calendário da segunda parcela vale apenas para quem recebeu a primeira parcela até 30 de abril. O governo não informou quando vai pagar a segunda parcela para quem receber a primeira depois desta data.

São 3 calendários:

  1. um para recebimento em poupança social
  2. um para saque em espécie para beneficiários do Bolsa Família
  3. um para saque em espécie para poupança social e transferência de recursos

VEJA OS CALENDÁRIOS

1. Calendário para depósito em poupança social

 — Foto: Economia G1

2. Calendário para pagamento aos beneficiários do Bolsa Família

 — Foto: Economia G1

3. Calendário para saque e transferência da poupança social

Auxílio Emergencial segunda parcela - saque e transferência da poupança social — Foto: Economia G1

Balanço

Até quarta-feira, a Caixa Econômica Federal (CEF) já havia pagado R$ 44,3 bilhões em Auxílio Emergencial, para 51,6 milhões de beneficiários. Ao todo, foram 62,3 milhões de pagamentos, uma vez que muitos beneficiários já começaram a receber a segunda parcela de R$ 600.

Ainda segundo a Caixa, foram processados pela Dataprev até a última segunda-feira 101,2 milhões de cadastros, dos quais 59 milhões foram considerados elegíveis – destes, 19,2 milhões de beneficiários do Bolsa Família, 10,5 milhões do Cadastro Único e 29,3 milhões de trabalhadores que se inscreveram por meio do site e do aplicativo do programa.

Outros 4,5 milhões de cadastros feitos pelo app e site estão em reanálise, e 4,4 milhões ainda passam pela primeira análise.

//G1

POLITICA

#BOTAABOCANOMUNDO: Made in Japão estréia neste sábado na tela da record; conheça o reality

Reprodução da Internet

Neste sábado (23), estréia o reality Made in Japão comandado pela apresentadora Sabrina Sato e os pitorescos anfitriões nipônicos Yoshi e Mr. Fu. O programa será exibido na Record TV, às 22h30, reunindo várias celebridades que disputam uma divertida gincana para conquistar o prêmio de R$500mil reais.

O elenco do programa conta com os atores Sérgio Hondjakoff e Gui Santana, os modelos e ícones da virada do século Luiza Ambiel e Flávio Mendonça, os atletas Richarlyson e Maurren Maggi, as influenciadoras digitais Babi Muniz e Silvana Oliveira, a passista Quitéria Chagas e o veterano em realities Dhomini, ex-namorado de Sabrina Sato.

O programa é a versão brasileira do “Big in Japan”, o Made in Japão é exclusividade da Record TV. Inédito no Brasil, o programa coloca famosos em provas bizarras que exigem estratégia, sorte ou habilidade, ao mesmo tempo em que eles têm de lidar com a pressão da convivência e da rivalidade com os colegas, com quem ficam confinados por quase um mês. No período, o grupo compartilha um ambiente de três cômodos, dorme em camas-cápsulas e se submete a rígidas regras ligadas às tradições japonesas.

COMO FUNCIONA? 

A cada episódio, quatro provas (duas de times, outras de duelos) testam participantes e geram pontuações individuais. Quem vence desafios obtém vantagem no jogo e recompensas, enquanto quem perde enfrenta castigos, todas essas atividades inspiradas nos costumes japoneses. Em um primeiro momento não há eliminação, mas, sim, acúmulo de pontos. Recursos diferenciados são lançados, ainda, para agitar e virar o jogo!

Os participantes foram divididos em dois grupos: o Ninja e o Samurai. Com cinco competidores cada, ambos se empenham para alcançar a vitória.

Com os ânimos exaltados, uma primeira rivalidade surge entre Luiza Ambiel e Maurren Maggi, atleta que repreende a colega por ter usado muita força contra ela durante uma atividade. As duas logo angariam apoiadores em defesa própria, estremecendo relações dentro da casa.

As provas desta semana são as seguintes:

Prova de times 1: competidores se vestem de rato e, com venda nos olhos, pegam garrafas de leite que caem de uma grande esteira. Com o líquido, preenchem um recipiente.

Prova de duelos 1: sobre uma superfície escorregadia, duplas vestidas como lutadores de sumô medem força. O primeiro de cada par a ser derrubado da plataforma perde a disputa.

Prova de times 2: competidores com martelo de plástico e outros recursos tentam impedir que membros da equipe adversária acertem um alvo com bolinhas arremessadas pela boca.

Prova de duelos 2: oponentes superam um circuito com obstáculos para transportar bexigas.

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“Festival Pra Cantar Junto” realiza segunda edição

O Festival Pra Cantar Junto realizará sua segunda edição entre os dias 28 de Maio a 1 de Junho. Para quem não conhece, o evento é uma iniciativa que reúne músicos de Vitória da Conquista em torno de uma programação de lives, tendo como objetivo, arrecadar fundos para ajudar a classe artística da região durante o período de pandemia do Covid-19.

A partir da próxima quinta-feira (28) começam as transmissões  pela página oficial do festival (@festivalpracantarjunto), e os horários serão divulgados ao longo da semana no perfil do evento. Enquanto os artistas se apresentam, os telespectadores poderão fazer suas contribuições, através do aplicativo TheLivery que é parceiro do projeto, além de uma conta bancária disponibilizada pela organização do evento.

“O principal objetivo do festival, é que aqueles que vivem de música, seja tocando, produzindo ou ensinando, contem com essa rede de apoio não apenas financeiro, como também reforçando a sua importância cultural para a comunidade”, destaca a musicista e produtora do festival, Isadora Oliveira. “Toda a renda arrecada durante as lives é revertida aos músicos participantes igualmente, independentemente da quantidade de views alcançados individualmente”, explica.

Banner de divulgação do evento

A primeira edição do festival, realizada no mês de março, foi recebida de forma positiva por artistas e pelo público que acompanhou a programação com mais de 35 apresentações.  Além disso, serviu como inspiração para outras iniciativas parecidas em cidades próximas à Conquista. “A gente não esperava tamanho engajamento, o público participou e interagiu bastante com os artistas. A segunda edição só está sendo possível pois a primeira funcionou melhor do que a gente esperava”, conta Isadora Oliveira.

“É importante que ele continue acontecendo no momento de pandemia para que os artistas não tenham apenas o contato com o público, mesmo que de uma forma diferenciada, mas continuem mantendo esse espírito de solidariedade, contando com a arrecadação do público e de patrocinadores que estão sentindo a necessidade de apoiar estas pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade. Esperamos que assim que as coisas puderem voltar ao normal, o festival continue acontecendo para além das redes sociais”, conclui a idealizadora.

A 2ª edição do Festival Pra Cantar Junto tem o apoio financeiro da Zab e apoio institucional do TheLivery e da Revista Gambiarra.

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Influenciador Conquistense: Joel Kutner arrecada meia tonelada de ração em prol de animais abandonados

“Vim de família humilde. Cresci vendo a lida diária do meu pai com os animais” contou Joel

Desde que se iniciou a pandemia do novo coronavírus, o número de animais abandonados e pedidos de resgate aumentou em todo país. Vivemos um momento delicado, precisamos agir para conter a disseminação da doença, somos bombardeados de notícias sobre a covid-19, e muitas informações falsas ou mal colocadas podem contribuir para o crescimento do abandono. Em Vitória da Conquista os abrigos estão lotados de cães e gatos, que dependem de protetores de animais para garantir a alimentação e o tratamento. Ao perceber a situação do Quatro Patas – um dos grupos de resgate e proteção animal mais atuante na cidade, o maquiador e empresário Joel Kutner usou sua influência para articular uma campanha,  para a manutenção dos animais, visto que o abrigo estava com a quantidade de ração abaixo do necessário.

Em menos de 24 horas desde o lançamento, Kutner conseguiu a marca de meia tonelada de ração, contando com o apoio de petshops, clínicas veterinárias e dos seus seguidores.  “Vim de família humilde e cresci vendo a luta diária do meu pai com os animais, ele presenteou cada filho com uma vaquinha, além de Dragão, que foi nosso primeiro cachorrinho. Foi na infância que esse amor nasceu e há algum tempo tenho me despertado para essa causa, comecei a acompanhar alguns cuidadores e protetores e vi que era ali que eu precisava fazer a diferença”, contou.

“O amor aumentou quando fui escolhido pelo Gloss, um filhotinho abandonado resgatado pelo grupo Quatro Patas. Escolhido sim ! Porque o amor foi tão grande que quando olhei para ele, ele me escolheu. E hoje, estou aqui disposto a lutar pela causa dos animais abandonados como posso, quero que as pessoas se permitam como eu me permiti a receber o maior amor do mundo, aquele que não busca nada em troca além de cuidado e carinho”, revela o influencer.

Segundo Joel, o próximo objetivo da campanha é a reforma do abrigo do grupo Quatro Patas. Engajado, Joel já convoca os empresários do ramo da construção para abraçarem a causa. “Que sejamos humanos e empáticos. Você já fez sua boa ação de hoje? Já fez algo por alguém? Proponho que você olhe ao seu redor e permita-se ! Sempre tem alguém ou algo que clama por sua ajuda”.

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Fligê realiza lives com convidados no Instagram a partir de sexta-feira

A partir de sexta-feira (22/05), às 19 horas, a Fligê inicia uma série de lives
no Instagram em que serão discutidos vários temas que perpassam a
Feira.

A primeira abordará arquitetura, patrimônio histórico e tombamento de
uma cidade cuja identidade arquitetônica e urbana é tão marcante:
Mucugê, sede da Fligê.

Vamos falar sobre história, a necessidade de preservar as características
identitárias da cidade e as políticas de patrimonialização e tombamento
no município.

Para tratar do tema, o convidado é Fellipe Decrescenzo, arquiteto e
mestrando PPG-AU/UFBA. A conversa será conduzida por Érika Camargo,
jornalista da Fligê.

Essas lives integram a Quarentena Fligê, que tem o intuito de aproximar a
literatura de questões atuais, considerando que o universo literário oferta
múltiplas chaves para interpretar a realidade.RESUMO.

TEMA: Mucugê em retrato
DATA: 22/05
HORÁRIO: 19h
No Instagram da Fligê: www.instagram.com/fligemucuge

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Record fecha elenco de “A fazenda” e analisa possibilidade de antecipar estréia

É de reality que a gente gosta… E um dos preferidos do público já está com seu elenco formado, só aguardando alguns ajustes para sua estréia. Calma que te explico ! A direção da Record está trabalhando duro para estrear a nova edição de “A Fazenda” já neste próximo semestre. O time já está fechado e agora aguardam só o momento para se reunirem na sede de Itapecerica da Serra, em São Paulo.

De acordo nosso querido, Flávio Ricco, a emissora estuda a possibilidade de estrear a próxima edição do reality antes de setembro. Mas, tudo são planejamentos, pois a Record só irá confinar os participantes no momento em que houver uma maior segurança para isso. Ou no instante em que deixar de existir qualquer risco de contaminação e a vida de todos voltar ao normal. Há expectativas que isso possa acontecer no começo de agosto. Até lá, irei bisbilhotando tudo e contarei aqui pra vocês. Esperamos ansiosos mais uma edição regada de barracos e celebridades dispostas a causar.

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#BOTAABOCANOMUNDO: Rachel Sheherazade e Felipe Neto selam a paz no Roda Viva desta segunda-feira (18)

Felipe Neto e Rachel Sheherazade botaram um ponto final na “guerra” que traçavam nas redes sociais. Os dois sempre trocaram farpas durante anos no Twitter e no Facebook, mas nesta segunda-feira (18)  se reencontraram no programa “Roda Viva”.

Já no inicio do programa a jornalista do SBT, se referiu ao youtuber Felipe Neto como “meu ex-hater” e o youtuber concordou: “Já fui um hater de Rachel. Já escrevi texto no Facebook contra ela. Rachel tem uma representação importante na imprensa e nas redes sociais. Estou com orgulho de ter você me entrevistando”, completou.

Em anos de tretas na internet, Felipe em 2018 chegou a dizer que Rachel era “a exemplificação exata da bosta conservadora”. Depois, quando Rachel mudou de posição nas redes sociais em relação ao governo Bolsonaro, Neto aprovou a “mudança” de pensamento, mas descobriu que era bloqueado pela jornalista.

 

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#BOTAABOCANOMUNDO ‘Se Joga’ não sairá da grade da Globo

A Globo não pretende tirar o programa de variedades de suas tardes. A informação é de Flávio Ricco, colunista do DIA e do Uol. Em sua coluna desta terça-feira no Dia Online, ele revela que, há poucos dias, a emissora carioca realizou uma reunião remota com seus diretores e informou à produção do programa que haverá um investimento maior no lado jornalístico, quando o trabalho for retomado (ainda não tem previsão).

O programa foi suspenso temporariamente no começo da pandemia, para dar mais espaço à cobertura do jornalismo. Mas a intenção é que quando tudo isso passar, volte a grade da emissora carioca. De acordo, Flávio Ricco, para o retorno do programa, foi necessário fazer um ajuste orçamentário, em função dos novos tempos. Por isso mesmo, quadros de humor, estrelados por Marcelo Adnet, Dani Calabresa e Paulo Vieira, sairão de cena. (mais…)