8 de outubro de 2018 às 14:29

Quem escreveu ‘#ele não’ em quadro de seção eleitoral de escola poderá ser preso

Situação ocorreu no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, o maior local de votação da cidade

Os mesários de uma escola na cidade de Vitória da Conquista foram substituídos após uma denúncia apontar uma hashtag contra o candidato a presidência, Jair Bolsonaro (PSL), escrita na lousa do local de votação neste domingo (7).

A hashtag “Ele Não” foi vista por volta das 8h, logo após a abertura do pleito na 41ª zona, que fica no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, o maior local de votação da cidade, com 8.004 eleitores e 20 seções.

Em seguida, foram acionados a juíza da 41ª zona, Arlinda Souza Moreira, o promotor eleitoral, Beneval Santos Moitinho, a Polícia Militar e a Polícia Federal. Não há informações sobre quem fez a denúncia. Logo depois da situação ser comprovada, os mesários foram substituídos.

O promotor, que não quis dar entrevista à reportagem da TV Sudoeste, informou que os mesários e as pessoas que estavam na sala serão interrogados para ser investigado o possível crime eleitoral. Segundo ele, se for comprovado o crime, a pessoa pode pegar até um ano de prisão.

A situação levou cerca de 15 a 20 minutos até a troca dos mesários. Por conta disso, uma fila enorme se formou e eleitores esperaram cerca de duas horas para votar. A juíza da 41ª zona também não quis dar entrevista até que toda a investigação seja concluída. //Blog do Sena



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