19 de setembro de 2017 às 19:15

Professores da rede municipal paralisam atividades nesta quarta-feira, 20

A paralisação foi determinada em assembleia

Os professores da rede municipal de ensino vão parar as atividades nesta quarta-feira, 20. A decisão foi tomada após deliberação em assembleia, oportunidade em que todos os profissionais da educação municipal foram convidados a participarem do movimento. Todas as escolas e creches da rede municipal de ensino deverão suspender as aulas, nos três turnos, sendo que, no turno da manhã, a partir das 08 horas, acontecerá mobilização na Câmara Municipal, onde o Simmp fará uso da Tribuna Livre.

A paralisação foi motivada pela insatisfação dos profissionais da educação em relação aos pontos pendentes da Campanha Salarial 2017. Foi acordado, após suspensão da greve, que o Governo manteria o diálogo com a categoria acerca desses pontos, mas, apesar das solicitações do Sindicato do Magistério, essas reuniões não aconteceram.

Os pontos reivindicados referem-se ao plano de saúde do servidor; criação de comissão para acompanhamento da licitação para contratação do plano; criação de comissão e acompanhamento do Programa Habitacional do Servidor; criação do Projeto de Lei para reenquadramento dos monitores ao quadro do magistério; reforma da carreira do magistério e reajuste salarial.

A diretoria do Simmp conta com a presença significativa dos filiados, uma vez que as questões abordadas são de extrema importância para a continuidade do diálogo e da reivindicação dos direitos da categoria, para que os objetivos da campanha continuem sendo alcançados.

“Encerramos a Campanha Salarial afirmando que, apesar da suspensão da greve, os debates para a valorização e direitos dos profissionais da educação continuariam ao longo do ano. Tentamos diplomaticamente o diálogo, mas não tivemos retorno. A paralisação é o meio que encontramos para que o governo entenda que nossas reivindicações precisam continuar sendo ouvidas”, afirmou a Secretária Geral, Patrícia Tavares.

De acordo com o Sindicato do Magistério Público Municipal, o executivo não cumpriu com compromissos acordados durante a negociação da greve. Entre as pendências estão a reforma da carreira do magistério, a elaboração de Projeto de Lei para adequar os salários dos monitores, entre outras propostas institucionais.

 

 



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